Mobilizar e pressionar em Brasília

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Ágide Meneguette – Presidente do Sistema FAEP/SENAR-PR 
Vivemos um momento de profunda crise política, econômica e moral, diante desse quadro o setor que tem sustentado a economia é o agronegócio. Em vez de receber apoio do governo da presidente Dilma, ela recebe no Palácio do Planalto um dirigente da Contag que defendeu abertamente a invasão de propriedades rurais, incitando a violência como recurso de pressão política.  Diante desse cenário, a FAEP, que sempre se posicionou de forma clara e firme em relação aos assuntos que afetam o produtor rural, defende que a CNA, como representante maior do setor, entre com uma representação na Procuradoria Geral da República contra Aristides Santos, secretário da Contag, e contra a própria Contag, que divulgou manifesto em apoio ao seu dirigente. 
Uma outra representação tem que ser contra o ministro da Justiça, Eugênio Aragão, que desrespeitou o seu juramento de garantir o cumprimento da Constituição Federal ao dizer que a atitude de Aristides Santos é justificável.  
No mínimo, as pessoas que incitaram a realização de atos criminosos deveriam vir a público e se retratarem pela inconsequência de suas palavras.  
A FAEP tem se manifestado favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, entendendo que o país se tornou ingovernável. 
O grupo que está no poder não tem credibilidade para tomar as medidas necessárias para que a economia volte a crescer.  
Como resposta a esses acontecimentos, a FAEP está mobilizando seus sindicatos rurais, para acompanhar a votação na Câmara dos Deputados, prevista para o dia 17 de abril, e pressionar os deputados que ainda não se decidiram em relação ao impeachment, deixando clara a nossa posição. FAEP

Mobilizar e pressionar


Ágide Meneguette – Presidente do Sistema FAEP/SENAR-PR
agide 2
Vivemos um momento de profunda crise política, econômica e moral, diante desse quadro o setor que tem sustentado a economia é o agronegócio. Em vez de receber apoio do governo da presidente Dilma, ela recebe no Palácio do Planalto um dirigente da Contag que defendeu abertamente a invasão de propriedades rurais, incitando a violência como recurso de pressão política.
Diante desse cenário, a FAEP, que sempre se posicionou de forma clara e firme em relação aos assuntos que afetam o produtor rural, defende que a CNA, como representante maior do setor, entre com uma representação na Procuradoria Geral da República contra Aristides Santos, secretário da Contag, e contra a própria Contag, que divulgou manifesto em apoio ao seu dirigente. Uma outra representação tem que ser contra o ministro da Justiça, Eugênio Aragão, que desrespeitou o seu juramento de garantir o cumprimento da Constituição Federal ao dizer que a atitude de Aristides Santos é justificável.
No mínimo, as pessoas que incitaram a realização de atos criminosos deveriam vir a público e se retratarem pela inconsequência de suas palavras.
A FAEP tem se manifestado favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, entendendo que o país se tornou ingovernável. O grupo que está no poder não tem credibilidade para tomar as medidas necessárias para que a economia volte a crescer.
Como resposta a esses acontecimentos, a FAEP está mobilizando seus sindicatos rurais, para acompanhar a votação na Câmara dos Deputados, prevista para o dia 17 de abril, e pressionar os deputados que ainda não se decidiram em relação ao impeachment, deixando clara a nossa posição.
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Vivemos um momento de profunda crise política, econômica e moral, diante desse quadro o setor que tem sustentado a economia é o agronegócio. Em vez de receber apoio do governo da presidente Dilma, ela recebe no Palácio do Planalto um dirigente da Contag que defendeu abertamente a invasão de propriedades rurais, incitando a violência como recurso de pressão política.
Diante desse cenário, a FAEP, que sempre se posicionou de forma clara e firme em relação aos assuntos que afetam o produtor rural, defende que a CNA, como representante maior do setor, entre com uma representação na Procuradoria Geral da República contra Aristides Santos, secretário da Contag, e contra a própria Contag, que divulgou manifesto em apoio ao seu dirigente. Uma outra representação tem que ser contra o ministro da Justiça, Eugênio Aragão, que desrespeitou o seu juramento de garantir o cumprimento da Constituição Federal ao dizer que a atitude de Aristides Santos é justificável.
No mínimo, as pessoas que incitaram a realização de atos criminosos deveriam vir a público e se retratarem pela inconsequência de suas palavras.
A FAEP tem se manifestado favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, entendendo que o país se tornou ingovernável. O grupo que está no poder não tem credibilidade para tomar as medidas necessárias para que a economia volte a crescer.
Como resposta a esses acontecimentos, a FAEP está mobilizando seus sindicatos rurais, para acompanhar a votação na Câmara dos Deputados, prevista para o dia 17 de abril, e pressionar os deputados que ainda não se decidiram em relação ao impeachment, deixando clara a nossa posição.
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Vivemos um momento de profunda crise política, econômica e moral, diante desse quadro o setor que tem sustentado a economia é o agronegócio. Em vez de receber apoio do governo da presidente Dilma, ela recebe no Palácio do Planalto um dirigente da Contag que defendeu abertamente a invasão de propriedades rurais, incitando a violência como recurso de pressão política.
Diante desse cenário, a FAEP, que sempre se posicionou de forma clara e firme em relação aos assuntos que afetam o produtor rural, defende que a CNA, como representante maior do setor, entre com uma representação na Procuradoria Geral da República contra Aristides Santos, secretário da Contag, e contra a própria Contag, que divulgou manifesto em apoio ao seu dirigente. Uma outra representação tem que ser contra o ministro da Justiça, Eugênio Aragão, que desrespeitou o seu juramento de garantir o cumprimento da Constituição Federal ao dizer que a atitude de Aristides Santos é justificável.
No mínimo, as pessoas que incitaram a realização de atos criminosos deveriam vir a público e se retratarem pela inconsequência de suas palavras.
A FAEP tem se manifestado favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, entendendo que o país se tornou ingovernável. O grupo que está no poder não tem credibilidade para tomar as medidas necessárias para que a economia volte a crescer.
Como resposta a esses acontecimentos, a FAEP está mobilizando seus sindicatos rurais, para acompanhar a votação na Câmara dos Deputados, prevista para o dia 17 de abril, e pressionar os deputados que ainda não se decidiram em relação ao impeachment, deixando clara a nossa posição.
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Diante desse cenário, a FAEP, que sempre se posicionou de forma clara e firme em relação aos assuntos que afetam o produtor rural, defende que a CNA, como representante maior do setor, entre com uma representação na Procuradoria Geral da República contra Aristides Santos, secretário da Contag, e contra a própria Contag, que divulgou manifesto em apoio ao seu dirigente. Uma outra representação tem que ser contra o ministro da Justiça, Eugênio Aragão, que desrespeitou o seu juramento de garantir o cumprimento da Constituição Federal ao dizer que a atitude de Aristides Santos é justificável.
No mínimo, as pessoas que incitaram a realização de atos criminosos deveriam vir a público e se retratarem pela inconsequência de suas palavras.
A FAEP tem se manifestado favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, entendendo que o país se tornou ingovernável. O grupo que está no poder não tem credibilidade para tomar as medidas necessárias para que a economia volte a crescer.
Como resposta a esses acontecimentos, a FAEP está mobilizando seus sindicatos rurais, para acompanhar a votação na Câmara dos Deputados, prevista para o dia 17 de abril, e pressionar os deputados que ainda não se decidiram em relação ao impeachment, deixando clara a nossa posição.
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